01- "É dando que se ... engravida".
02- "Quem ri por último... é retardado".
03- "Alegria de pobre... é impossível".
04- "Quem com ferro fere.... não sabe como dói".
05- "Em casa de ferreiro.... só tem ferro".
06- "Quem tem boca... fala. Quem tem grana é que vai a Roma!"
07- "Gato escaldado... morre, porra!"
08- "Quem espera... fica de saco cheio."
09- "Quando um não quer... o outro insiste."
10- "Os últimos serão ... os desclassificados."
11- "Há males que vêm para ... fuder com tudo mesmo!" (essa é ótima!!!)
12- "Se Maomé não vai à montanha... é porque ele se mandou pra praia."
13- "A esperança... e a sogra são as últimas que morrem."
14- "Quem dá aos pobres..... cria o filho sozinha." rsrsrsrsrsr....
15- "Depois da tempestade vem a ..... gripe."
16- "Devagar..... nunca se chega."
17- "Antes tarde do que ... mais tarde."
18- "Em terra de cego quem tem um olho é ... caolho."
19- "Quem cedo madruga... fica com sono o dia inteiro."
20- "Pau que nasce torto... urina no chão."
A minha mensagem para você hoje é:
A vida é curta, quebre as regras, se apaixone, beije demoradamente,
ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente, e nunca deixe de sorrir,
por mais estranho/pequeno que seja o motivo.
Este blog tem como objetivo tratar de assuntos educacionais na sua esfera mais ampla, especialmente no que diz respeito a linguagem e ensino-aprendizagem.
Quem sou eu
- Linguistas Afins
- Currais Novos, RN, Brazil
- Sou Lourdinha, licenciada em Letras pela UFRN, Especialista em Linguística Aplicada pela UERN e atualmente lecionando Língua Portuguesa na rede pública de ensino nos municípios de Acari e Florania.
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
Currais Novos no Projeto Minha Cidade
Currais Novos no Projeto Minha Cidade
Foi maravilhoso o programa exibido hoje, 01 de Outubro, sobre a cidade de Currais Novos. Um projeto da InterTv Cabugi que mostra os valores de sua gente, a riqueza do Rio Grande do Norte. Parabéns a todos os envolvidos!
sábado, 25 de junho de 2011
O governo sempre foi o culpado. Leia!
Providência - batizado como Morro da Favela (Centro)
Considerada oficialmente a primeira favela do Rio de Janeiro, o Morro da Providência, que fica atrás da Central do Brasil, foi batizado no final do século 19 como Morro da Favela, daí também a origem do nome (substantivo) que se espalhou depois por outras comunidades carentes do Rio de Janeiro e do Brasil. Os primeiros moradores do Morro da Favela eram ex-combatentes da Guerra de Canudos e se fixaram no local por volta de 1897. Cerca de 10 mil soldados foram para o Rio com a promessa do Governo de ganhar casas na então capital federal. Como os entraves políticos e burocráticos atrasaram a construção dos alojamentos, os ex-combatentes passaram a ocupar provisoriamente as encostas do morro - e por lá acabaram ficando.
Tanto a origem do nome Favela quanto Providência remetem à Guerra de Canudos, travada entre tropas republicanas e seguidores de Antônio Conselheiro no sertão baiano. Favela era o nome de um morro que ficava nas proximidades de Canudos e serviu de base e acampamento para os soldados republicanos. Faveleiro é também o nome de um arbusto típico do sertão nordestino. O então jornalista e escritor Euclides da Cunha descreveu assim o morro da Favela no seu livro Os Sertões, sobre a Guerra de Canudos:
"O monte da Favela, ao sul, empolava-se mais alto, tendo no sopé, fronteiro à praça, alguns pés de quixabeiras, agrupados em horto selvagem. À meia encosta via-se solitária, em ruínas, a antiga casa da fazenda (...). O arraial, adiante e embaixo, erigia-se no mesmo solo perturbado. Mas vistos daquele ponto, de permeio a distância suavizando-lhes as encostas e aplainando-os... davam-lhe a ilusão de uma planície ondulante e grande".
Quando os soldados desembarcaram no Rio após a sangrenta e vitoriosa campanha contra os seguidores de Antônio Conselheiro, o Morro da Favela era tomado por uma vegetação rasteira. Segundo relatos, entre os arbustos da região eles poderiam ter encontrado o mesmo faveleiro típico do sertão, daí a inspiração do nome. A pesquisadora Sônia Zylberberg, autora do livro Morro da Providência: Memórias da Favella, no entanto, não acredita nessa hipótese. Segunda ela, o solo do morro carioca é bastante diferente do encontrado no sertão baiano.
A antropóloga Alba Zaluar lembra que na virada do século já existiam barracos parecidos com os da Favela em outros morros do Rio de Janeiro. Organizadora do livro Um século de favela, junto com o historiador Marcos Alvito, ela explica o porquê do termo ter virado sinônimo de comunidade carente. "As pessoas olhavam, viam as casas de zinco parecidas com as do morro do Centro e também chamavam de favela. Resultado: favela virou substantivo", diz.
O nome Favela continua a ser usado até hoje por moradores antigos. A primeira associação de moradores da comunidade, por exemplo, fundada nos anos 60, ainda adota em seus estatutos o nome oficial de Associação Pró-Melhoramento do Morro da Favela.
Já o nome Providência, que passou a ser usado a partir dos anos 20 e 30, seria uma referência a um rio nas proximidades de Canudos.
O rio também foi citado por Euclides da Cunha em Os Sertões:
"Ali vão ter quebradas de bordas a pique, abertas pelas erosões intensas por onde, no inverno, rolam acachoando afluentes efêmeros tendo os nomes falsos de rios: o Mucuim, o Umburanas, e outro, que sucessos ulteriores denominariam da Providência".
O fato de ter sido a primeira favela do Rio, no entanto, não é consenso entre os especialistas. Para muitos, o Morro da Favela, pela localização, era sim a comunidade mais visível. Nessa mesma época, final do século 19, já existiam núcleos de mesmas características em outras partes da cidade, como no Morro do Castelo e no Morro de Santo Antônio, ambos no Centro.
Sem preconceito linguístico
REGIONALISMOS
Nordestino não fica solteiro: fica solto na buraqueira!
Não vai com sede ao pote: vai com a bexiga taboca!
Não vai embora: pega o beco!
Fica com a mulesta dos cachorros quando se empolga!
Não é fiel: é manicaca!
Não bate: senta-lhe a mãozada!
Não sai pra farra: sai pro muído!
Não bebe um drink: toma uma!
Não é sortudo: é cagado!
Não corre: dá uma carreira!
Não ri dos outros: manga!
Não toma água com açúcar: toma garapa!
Não engana: dá um migué!
Não percebe: dá fé!
Não sai apressado: sai desembestado!
Não aperta: arroxa!
Não dá volta: arrudeia!
Não espera um minuto: espera um pedacinho!
Não é distraído: é abilolado!
Não fica com vergonha: fica encabulado!
Não passa a roupa: engoma!
Não ouve barulho: ouve zuada!
Não acompanha casal de namorados: segura vela!
Não rega as plantas: agoa!
Não quebra: tora!
Não é esperto: é desenrolado!
Não é rico: é estribado!
Não é homem: é macho!
Não grita "seu desalmado": grita "infeliz das costa ôca!"
Não pede almoço: pede o cumê!
Não come carne: come mistura!
Não lancha: merenda!
Não fica satisfeito quando come: enche o bucho!
Não dá bronca: dá carão!
Não fica com raiva: pega ar!
Não casa: se amanceba!
Não tem diarréia: tem caganeira!
Não tem mau cheiro nas axilas: tem suvaqueira!
Não tem perna fina: tem dois cambitos!
Não é mulherengo: é raparigueiro!
Não exagera: aumenta!
Não vigia: pastora!
Não se dá mal: se réia, se lasca todinho!
Nordestino quando se espanta não diz: "Noooosssa!":
diz: "Vigi Maria! Affe Maria!"
Não compara dizendo "Como é que pode?": diz "Sostô!"
Não vê coisas de outro mundo: vê uns malassombros!
Não é chato: é gabola!
Não é cheio de frescura: é pantinzeiro!
Não pula: dá pinote!
Nordestina não fica grávida: fica buxuda!
Nordestino não fica bravo: fica com a gota serena!
Não é malandro: é caba de peia!
Não fica apaixonado: ele arreia os pneus!
Nordestino não fica solteiro: fica solto na buraqueira!
Não vai com sede ao pote: vai com a bexiga taboca!
Não vai embora: pega o beco!
Fica com a mulesta dos cachorros quando se empolga!
Não é fiel: é manicaca!
Não bate: senta-lhe a mãozada!
Não sai pra farra: sai pro muído!
Não bebe um drink: toma uma!
Não é sortudo: é cagado!
Não corre: dá uma carreira!
Não ri dos outros: manga!
Não toma água com açúcar: toma garapa!
Não engana: dá um migué!
Não percebe: dá fé!
Não sai apressado: sai desembestado!
Não aperta: arroxa!
Não dá volta: arrudeia!
Não espera um minuto: espera um pedacinho!
Não é distraído: é abilolado!
Não fica com vergonha: fica encabulado!
Não passa a roupa: engoma!
Não ouve barulho: ouve zuada!
Não acompanha casal de namorados: segura vela!
Não rega as plantas: agoa!
Não quebra: tora!
Não é esperto: é desenrolado!
Não é rico: é estribado!
Não é homem: é macho!
Não grita "seu desalmado": grita "infeliz das costa ôca!"
Não pede almoço: pede o cumê!
Não come carne: come mistura!
Não lancha: merenda!
Não fica satisfeito quando come: enche o bucho!
Não dá bronca: dá carão!
Não fica com raiva: pega ar!
Não casa: se amanceba!
Não tem diarréia: tem caganeira!
Não tem mau cheiro nas axilas: tem suvaqueira!
Não tem perna fina: tem dois cambitos!
Não é mulherengo: é raparigueiro!
Não exagera: aumenta!
Não vigia: pastora!
Não se dá mal: se réia, se lasca todinho!
Nordestino quando se espanta não diz: "Noooosssa!":
diz: "Vigi Maria! Affe Maria!"
Não compara dizendo "Como é que pode?": diz "Sostô!"
Não vê coisas de outro mundo: vê uns malassombros!
Não é chato: é gabola!
Não é cheio de frescura: é pantinzeiro!
Não pula: dá pinote!
Nordestina não fica grávida: fica buxuda!
Nordestino não fica bravo: fica com a gota serena!
Não é malandro: é caba de peia!
Não fica apaixonado: ele arreia os pneus!
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Adquira e ouça um excelente repertório musical!
quinta-feira, 26 de maio de 2011
O professor sempre está errado
É jovem, não tem experiência.
É velho, está superado.
Não tem automóvel, é um coitado.
Tem automóvel, chora de "barriga cheia".
Fala em voz alta, vive gritando.
Fala em tom normal, ninguém escuta.
Não falta às aulas, é um "Caxias".
Precisa faltar, é "turista".
Conversa com outros professores, está "malhando os alunos".
Não convesa, é desligado.
Dá muita matéria, não tem dó dos alunos.
Dá pouca matéria, não prepara os alunos.
Brinca com a turma, é metido a engraçado.
Não brinca com a turma, é um chato.
Chama à atenção, é um grosso.
Não chama à atenção, não sabe se impor.
A prova é longa, não dá tempo.
A prova é curta, tira as chances dos alunos.
Escreve muito, não explica.
Escreve pouco, o caderno não tem nada.
Fala corretamente, ninguém entende.
Fala a língua do aluno, não tem vocabulário.
Exige, é rude.
Elogia, é debochado.
O aluno é reprovado, é perseguição.
O aluno é aprovado, deu mole.
É, o professor está sempre errado, mas,
se você conseguiu ler até aqui, agradeça a ele!
sábado, 21 de maio de 2011
10 DE MAIO- O DIA EM QUE A EDUCAÇÃO DO RN FEZ HISTÓRIA
No dia 10 de maio deste, estava eu em casa, quando passando pelos canais da tv a cabo de Currais Novos, me deparei com a audiencia pública transmitida ao vivo pela Assembleia Legislativa do RN a respeito da educação do estado. Parei para assistir, apesar de já esperar pelo discurso de sempre que nunca resolveu nada. Até chegar a professora Amanda Gurgel com a sua fala objetiva, como que uma flecha ao alvo, implacável, precisa na sua denuncia aos fatos. Como fui bem representada pela sua fala. Ela disse tudo o que estava atravessado na minha garganta de maneira muito melhor, pois eu não conseguiria, tão bem quanto ela, controlar as lágrimas.
Foi tão inquietante este momento que eu só pensava nos que não estavam podendo assistir por estarem se deslocando de uma escola para outra em busca da própria sobrevivencia, ou se quer sabiam da ocasião, por não terem tempo de estarem bem informados. É isso que o poder público quer? Tirar o direito das pessoas, principalmente do professor, de estarem informados sobre a realidade do nosso país? E assim, manipular de forma mais fácil o povo alienado? É isso educação de qualidade? É isso que desenvolverá o Brasil?
Foi tão inquietante este momento que eu só pensava nos que não estavam podendo assistir por estarem se deslocando de uma escola para outra em busca da própria sobrevivencia, ou se quer sabiam da ocasião, por não terem tempo de estarem bem informados. É isso que o poder público quer? Tirar o direito das pessoas, principalmente do professor, de estarem informados sobre a realidade do nosso país? E assim, manipular de forma mais fácil o povo alienado? É isso educação de qualidade? É isso que desenvolverá o Brasil?
Pois bem, assisti a essa audiencia simplesmente por estar em casa, gozando, forçosamente, de licença não remunerada de um dos dois municípios em que leciono. Situação causada pela exaustão excessiva de trabalho, que aqui quero, inclusive, mostrar meus números: um percurso de 27 km x 2 + 38 km x 2 = 130 km por dia. Salientando que não é um privilégio só meu, mas de muitos colegas. E diga-se de passagem, assim como Amanda, recebemos apenas em 3 algarismos o nosso salário, porém ainda mais baixo que o dela apresentado.
Não vou repetir as palavras da professora. Ela foi bastante verdadeira e sintética. Fico feliz que tenha havido repercussão, pois era isso que eu queria no momento em que estava ouvindo-a. Contudo, quero deixar um alerta:Muito cuidado com os DEMAGOGOS! Estes vão, se é que já não estão usurpando as palavras da professora em favor do seu próprio benefício e não da coletividade. Que isso não fique apenas na "zuada", mas que seja a concretização de novos tempos.
Lourdinha Silva
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